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Quer pagar quanto? Imprimir E-mail
Por Olivier Hallot   
31 de December de 2006

Quer pagar quanto?

Este bordão surgiu meses atrás numa propaganda de uma cadeia de lojas de eletrodomésticos na região metropolitana do Rio de Janeiro, e talvêz do Brasil. O anunciante perguntava ao cliente quanto ele queria pagar pelo produto.

É a pergunta que fazemos ao dono da sua empresa. Quer pagar quanto pela suite office proprietária de seus usuários?

Ainda não sabe? Seis fatos sobre o BrOffice.org que lhe servem para pensar:

  1. Estudos independentes demonstram que o BrOffice.org é um software sério e que os usuários do MS-Office rapidamente se adaptam ao produto.
  2. O BrOffice.org oferece tudo que se espera em um pacote único com utilidades como a criação de arquivos PDF já embutidas e prontas para usar.
  3. Estudos de caso mostram que a migração para o BrOffice.org chega a custar 90% menos que a migração para o novo MS-Office, isso sem considerar o tempo para aprender a nova interface.
  4. O BrOffice.org abre todos os seus arquivos antigos do MS-Office. A mudança para o BrOffice.org preserva todo o investimento realizado em documentos, planilhas e apresentações.
  5. A licença do BrOffice.org permite que você o instale em quantos computadores quiser além de poder usá-lo para qualquer fim. Você está certo que todas as suas cópias do MS-Office atendem às condições de licenciamento da Microsoft?
  6. O BrOffice.org não tem custo de aquisição. Por quê pagar por um software da Microsoft quando há uma alternativa de graça?

A escolha é sua: se a sua solução de automação de escritórios faz tudo o que você precisa, porque mudar? E se você for mudar, experimente antes o BrOffice.org. Se gostar, fique com ele.

 

(Microsoft, Microsoft Office, Word, Excel, e Powerpoint são marcas ou marcas registradas da Microsoft Corporation nos Estados Unidos e/ou em outros países).

 

 

Última Atualização ( 31 de December de 2006 )
 
Monstros Imprimir E-mail
Por Olivier Hallot   
31 de July de 2006

Monstros

Monstros aparecem sempre quando você menos espera. São aqueles imprevistos cuja possibilidade de existir você sempre avalia por baixo. Mas na hora H, a lei de Murphy aparece para lembrar que os monstros existem.

Meus monstros chamam-se Planilhas-Excel-Mal-Feitas. Ora direis, planilha são monstros? Pois sim, são verdadeiros monstros aquelas planilhas que são construídas com tabelas de um banco de dados carregados no Excel.

Aplaudo a esperteza dos desenvolvedores do Excel. Conseguem milagres na hora de perdoar a ignorância do usuário. Ponto a favor deles, qualquer pessoa com algumas sinapses ativas acaba resolvendo o problema dos monstros.

Aparentemente o Excel consegue abrir uma planilha sem precisar carrega-la totalmente na memória. Já sai mostrando algo sem mesmo ter terminado de ler o arquivo. Realmente é fantástico, pois assim a impressão de rapidez mascara os arquivos monstruosos, cheios de tabelas e fórmulas de consolidação de dados. O Excel só vai reclamar na hora de movimentar a planilha. Quando chega neste momento, começam as dores.

Mas descubro logo que no meu BrOffice, estas planilhas irão dar problemas sérios. Não tenho como evitar... para abrir a planilha, o BrOffice tem de descompactar o XML por inteiro. Planilhas Excel de 20 a 50 MB causarão problemas na certa. Já causam. Mesmo quando reduzidas pelo zip, continuam monstruosas na hora de abrir e de movimentar os dados. Fora o tempo de descompactação.

Grandes males, Grande remédios. Olho de que são feitas estas planilhas. Observo que tabelas de banco de dados são inseridas em cada folha. Cálculos são feitos para selecionar dados com a função SE. Contas são feitas em cima da seleção obtida. Formulas são repetidas “ad nauseam” para encher células com os resultados intermediários e finalmente acumulados na primeira folha mostrando os dados consolidados.

Maravilha.

Não conhecem “SOMASE” ou “SOMARPRODUTO”.

Para que servem os dados intermediários? Por que não podemos economizar fórmulas, tempo de cálculo e espaço de memória?

Num orçamento com QUANTIDADE x PREÇO = TOTAL PARCIAL, costumamos somar os totais parciais para obter a soma final. Precisamos dos totais parciais? Por que senão, eu já sei o resultado:

TOTAL = SOMARPRODUTO( QUANTIDADE ; PREÇO )

E economizo, “N” formulas da minha planilha, reduzindo seu tamanho e todo o “overhead” para exibir os totais parciais.

Numa seleção de dados com acumulação e classificação, chega-se a seguinte formula:

F1 = SE(A1=condição;B1;0) e depois soma-se na coluna F.

Pois o resultado será

RESULTADO = SOMASE ( SELEÇÂO; ”condição” ; ACUMULAÇÂO )

Duas simples alterações e uma redução significativa de tamanho na planilha.

A título e exemplo, um monstro de 19MBytes com 32 folhas (1 para cada dia do mês e uma na frente consolidando), cada folha com 150 linhas por 50 colunas, cheias de formulas de teste SE, resultou no seguinte arquivo:

  • A planilha XLS foi convertida tal qual em formato ODS: Tamanho 2,5 Mbytes
  • A planilha ODS foi re-escrita usando as técnicas acima: Tamanho 300 KBytes.

Sumiu o monstro.

Xô!

Última Atualização ( 31 de December de 2006 )
 
O Bicho Preguiça Imprimir E-mail
Por Olivier Hallot   
07 de July de 2006

Como é fácil falar Não

Em recente filme publicitário de um provedor de acesso à internet na região do Rio de Janeiro, uma menina nos seus doze anos reclama junto ao telespectador que seu pai, representado pelo bicho-preguiça, se recusa a mudar de provedor de acesso apesar dos argumentos por ela apresentados. Alega o pai-bicho-preguiça que haveria transtornos na mudança para a nova solução.

A guria expressa muito bem nosso drama cotidiano, no nosso mundinho de informática. Temos uma solução excelente de suite de escritório no BrOffice.org, com grandes vantagens para toda a organização (a família), mas esbarramos naqueles que se opõem à mudança pela preguiça de mudar. Para estes bichos-preguiças, é muito fácil falar NÃO.

E assim seguimos com nosso drama. Os bichos-preguiças, incapazes assimilar as novidades, passam a exercer o papel do gestor que só toma a decisão depois de ler um relatório impresso de vantagens e desvantagens. Costumam pedir comparações de performance, relatos sobre base instalada e incompatibilidades entre aplicativos. Como são chefes, eles delegam a você o trabalho de avaliar e reportar resultados.

Se seu projeto de BrOffice.org esta nesta reta, saiba que na frente há um bicho-preguiça aguardando calmamente para falar NÃO. Ao menor sinal de objeção de seu chefe-bicho-preguiça ao BrOffice.org, pule fora desta fria e arrume outro trabalho ou chefe. Tente medir a carga de “negatividade” que ele carrega no dia a dia.

Quem tem pre-disposição para negar a mudança sempre conseguirá qualquer argumento para falar NÃO.

Mas se seu chefe-bicho-preguiça for daqueles que vai testar por conta própria o BrOffice.org, instalando sozinho ou pedindo a você que instale no próprio micro dele, e que fica depois te perturbando com dúvidas e dicas, então cuidado, seu chefe se veste de bicho-preguiça mas é uma onça camuflada.

Ai você já ganhou.

Última Atualização ( 07 de July de 2006 )
 
Os Mandamentos da Informática Imprimir E-mail
Por Olivier Hallot   
12 de April de 2006

Os Mandamentos da Informática Moderna

Obtivemos este interesante artigo na Internet. Ignore-os por sua própria conta e risco.

 

Última Atualização ( 28 de June de 2006 )
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